Arquivo para Outubro, 2007

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2º Festival Internacional de Arte em Mídias Móveis - Telemig Celular art.mov

Entre os dias 15 e 18 de novembro acontece o 2º Festival Internacional de Arte em Mídias Móveis - Telemig Celular art.mov.

O projeto reúne mostras de produções artísticas e audiovisuais de diversos pontos do globo, produzidas a partir de mídias móveis como o celular.

O festival propõe uma reflexão sobre o atual cenário de convergência entre arte e tecnologia.

Programação:

Exibições de vídeos, palestras, performances artísticas, instalações artísticas, simpósios, workshops, e shows.

Data: 15/11 até 18/11

Onde: Palácio da Artes, Conservatório de música da UFMG, Parque Municipal

Internet: http://www.telemigcelular.com.br

Confira um vídeo da edição 2006:

Mostra CineBH 2007 - BELO HORIZONTE E CINEMA BRASILEIRO: 110 ANOS EM CARTAZ

BELO HORIZONTE E CINEMA BRASILEIRO: 110 ANOS EM CARTAZ
O encontro da cinematografia brasileira na capital mineira
110 anos de Belo Horizonte e 110 anos de Cinema Brasileiro

À Mostra CineBH 2007 é um evento audiovisual de formação, promoção, reflexão, exibição e intercâmbio com ênfase no mercado do cinema.

De 31 de outubro a 06 de novembro de 2007, Belo Horizonte vai ser palco de um acontecimento do cinema brasileiro!

Atrações:
- Exibição de filmes
- Homenagens e retrospetivas
- Mostrinha de Cinema
- Oficinas
- Sessões cine-escola
- Seminários
- Debates
- Exposições
- Atrações artísticas

Cenário do evento: Bairro Santa Tereza

Você está convvidado a participar, desfrutar, ouvir, sentir, assistir e deixar-se impregnar…

Mais informações on site:

http://www.cinebh.com.br

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Blog da Simonetta

http://tramafotografica.wordpress.com/

Mais um blog de quem entende de fotografia para quem quer aprender muito. Vale a pena conferir.

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Exposição … Revelações, de Rodrigo Zeferino

Uma das exposições selecionadas pelo Edital Artes Visuais 2007 leva a assinatura de Rodrigo Zeferino. Em Revelações o artista tem a proposta de desconstruir o perfil tradicional do registro de paisagem, explorando uma luminosidade que só a fotografia pode mostrar.

Zeferino registra as luzes noturnas da cidade com a saturação e os movimentos - de nuvens, estrelas, árvores - captados com a longa exposição. O resultado corresponde a um panorama de cores imprecisas, de imagens pouco verossímeis e de fluxos de sombra. A partir daí, o visitante é convidado a discernir o que é real e abstrato.

Rodrigo Zeferino nasceu em Coronel Fabriciano e vive e trabalha em Ipatinga. Começou a fotografar aos 18 anos, quando cursava jornalismo. Aos poucos seus trabalhos perderam o conteúdo informativo e deram espaço a pensamentos mais livres.

Lançamento da exposição:
Dia 06 de novembro de 2007, terça-feira, de 20 às 22 horas, Rua Bernardo Guimarães, 1600 - Lourdes - Belo Horizonte/MG

Visitas à exposição:

Dias 7 a 30 de novembro/2007, das 9 às 18 horas (exceto sábados e domigos)

Local: Rua da Bahia, 1600 - Belo Horizonte

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Lançamento do CD “iô sô” de Sergio Santos … violonista, compositor e cantor mineiro

Lançamento do CD “iô sô” de Sergio Santos

Tutty Moreno - Bateria * Beto Lopes - Baixo
Serginho Silva - Percussão * Sílvio D’Amico - Violão

Dia 04 sw Novembro
de 2007 às 11h 30
Museu de Arte da Pampulha
Entrada Franca

Músicas:
1 - Abertura
2 - Senhora do Rosário
3 - Marimba
4 - A Caixa Bateu
5 - Iô Sô
6 - Guia
7 - Carreiro de São Thiago
8 - Falange
9 - Toada Cabocla
10 - Congadeiro
11 - Corpo
12 - Gunga do Tizumba
13 - Saluba
14 - Visita

Confira a discografia do violonista, compositor e cantor mineiro no site:
www.sergiosantos.mus.br

Em 1982 o mineiro Sérgio Santos, nascido em Varginha, sul de Minas Gerais, começa sua carreira musical participando como cantor do espetáculo “Missa dos Quilombos” de Milton Nascimento. No ano seguinte participa do LP de Milton que registrou o mesmo espetáculo.
A partir daí aperfeiçoa seus conhecimentos musicais como violonista, intérprete, arranjador e compositor. Foi vencedor dos mais importantes festivais de música do Brasil, como os de Avaré (SP), Juiz de Fora (MG), O Som das Águas, da Rede Manchete de Televisão e o Festival Carrefour de MPB. Em Belo Horizonte trabalha como diretor musical, produtor e arranjador de CDs como “Alma Animal” de Tadeu Franco, “Caboclo D’Água” de Tavinho Moura, “Uma Ciranda, Uma Roda, Um Samba”, de Beto Reis, “Primeiras Histórias” de Flávio Henrique, e “Flávio Henrique e Marina Machado”.
Em 1991 conhece o poeta Paulo César Pinheiro que vem a se tornar o seu grande parceiro. Com ele compõe uma obra de cerca de 160 músicas. Essa obra é cantada por artistas como Leila Pinheiro, Ana de Hollanda, Alcione, Fátima Guedes, Simone Guimarães, Cláudio Nucci e Olívia Hime. Com outros parceiros como Joyce, Murilo Antunes e Tadeu Franco, foi gravado por artistas como Sá e Guarabira, Pena Branca e Xavantinho e Joyce.
Em 1995 lança seu primeiro CD “ABOIO”, com participações de Sivuca e do violonista Raphael Rabello. O repertório, em parceria com Paulo César Pinheiro é todo inspirado em ritmos e temas de Minas Gerais. É indicado ao 9º Prêmio Sharp de Música, em maio de 1996. No mesmo ano “Aboio” é lançado pela gravadora francesa Buda Musique, e distribuído em toda a Europa, EUA e Japão.
Em 1997 participa do Kaiser Bock Winter Festival, em São Paulo, dividindo a noite com Gal Costa, Guinga e Banda Mantiqueira. Esse espetáculo foi apresentado como um especial pela TV Cultura.
Em 1998 o artista plástico espanhol David Lainez se inspira em “ABOIO” e realiza uma exposição de pinturas e esculturas em Pamplona e Tolosa, na Espanha, toda ela baseada nas músicas desse trabalho. O compositor faz, além dos shows de abertura dessas exposições, uma turnê percorrendo várias capitais espanholas.
Ainda em 1988, lança no Brasil, pela gravadora Pau-Brasil, (nos EUA, pela gravadora Blue Jackel, na Espanha pela Musimedi e na Alemanha pela Exil Musik), o CD “MULATO” com seus sambas em parceria com Paulo César Pinheiro.
Em junho de 1999 se apresenta em Los Angeles, EUA, no Hollywood Bowl, um dos templos sagrados da música americana e um dos mais conceituados palcos do mundo, espetáculo elogiadíssimo pela crítica americana. Em julho se apresenta em San Francisco, no Herbst Theater, dividindo a noite com a cantora e compositora Joyce, também com enorme sucesso.
Em 2000, juntamente com Leila Pinheiro, Olívia Hime, Lenine, Zé Renato e com a Orquestra Sinfônica Brasileira, participa no Teatro Municipal, como cantor convidado, da Sinfonia do Rio de Janeiro, de Francis Hime.
Em julho de 2001 se apresenta no VIII Festival Internacional de Jazz de Lérida, Espanha, integrando a programação juntamente com grandes nomes internacionais do jazz.
Em janeiro de 2002 lança pela gravadora Biscoito Fino o seu terceiro CD, “ÁFRICO – quando o Brasil resolveu cantar”, com participações especiais do Grupo Uakti, de Olívia Hime, Joyce e Lenine, numa celebração da influência da cultura negra na MPB. Esse trabalho foi aclamado pela crítica, tendo sido vencedor do Prêmio Rival-BR em agosto de 2002, no Rio de Janeiro, premiado como o melhor CD produzido entre 2000 e 2002.
Em 2003 recebe o Troféu Pró-Música, em Belo Horizonte, na categoria melhor compositor do ano. É também o segundo colocado no Prêmio Visa, Edição Compositores, em São Paulo. Em setembro, representa o Brasil no 1º Festival Íbero-Americano Latinautor, em Punta Del Este, Uruguay.
Lança em 2004 o seu quarto CD, “SÉRGIO SANTOS” , segundo pela gravadora Biscoito Fino, com participações de Francis Hime e Leila Pinheiro.
Em 2005 participa juntamente com a cantora Joyce do Projeto Pixinguinha, com uma turnê por 8 capitais nordestinas, com enorme sucesso.

Informações: 31 3277 7996
www.veredasproducoes.com.br

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Lançamento do livro AFRICA, de Sebastião Salgado

Lançamento do livro:

AFRICA de Sebastião Salgado

Sexta-feira, 09 de Novembro de 2007, às 19H

O lançamento do livro conta com a presença de Sebastião Salgado
que assinará exemplares do seu livro.

Livraria Cultura, Conjunto Nacional, Av.Paulista, 2073 - São Paulo/SP

Tel. (11) 3170-4033

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Henri Cartier-Bresson - “Mestre da fotografia”

Mestre da fotografia, este francês criou o conceito do momento decisivo, na qual baseou sua carreira. Seu estilo de flagrar situações do cotidiano de Paris virou referência para fotojornalistas do mundo inteiro. Apesar de seguir a linha fotojornalística, todo fotógrafo ou apaixonado por fotografia deveria conhecer seu legado para compreender um pouco mais da fotografia moderna, que deve muito a este gênio.

Bresson saiu para mundo a fotografar, congelando o momento decisivo, que ele define como o momento certo para apertar o disparador e tentar captá-lo. ” Para mim, a fotografia é um reconhecimento simultâneo, numa fração de segundo, do significado do acontecimento, bem como da precisa organização das formas que dá ao acontecimento sua exata expressão” (Henri Cartier-Bresson).

Não usava tripé, somente uma Leica na mão, justamente para passar desapercebido e não perder o momento certo, o momento decisivo… assim, não perdia a fluidez do tema. Estava sempre ali, no momento certo e no lugar certo, com seu olho de ciclope, a fim de captar dos outros alguma expressão, algum silêncio. Paciente, rápido e vivo. Para ele as interrogações estavam por todo o lugar.

A reportagem fotográfica facinava este artista que dizia ser ela uma ponte que permitia a comunicação entre o homem e o mundo.

É uma dança, onde passamos desapercebidos com a câmera na mão, registrando todos os momentos decisivos. Adorava estar presente no mundo, na rua…tentando captar este momentos, testemunhando com a alegria da composição das formas. Evitou sempre a anedota, apesar de muitas fotos terem humor. Diz que a grande fotografia é um presente do acaso e devemos tirar proveito disso.

O retrato era o que achava mais difícil, mas adorava fazê-lo. Ficava horas na frente da pessoa, até conseguir captar seu silêncio e não sua expressão. No retrato não há normas. A relação é direta.

Cartier-Bresson dizia que temos idéias pré-concebidas, pois quando chegamos diante de uma pessoa, temos uma primeira impressão e esta é a que persiste para sempre, mesmo que depois venhamos conhecer a pessoa por inteiro…mas a primeira impressão é a primeira impressão… Acreditava na sua intuição.
Algumas de suas frases:

”O visor da máquina fotográfica nos permite ver as pessoas completamente nuas…não fisicamente…”
”FOTOGRAFAR É COLOCAR NA MESMA LINHA DE MIRA, A CABEÇA, O OLHO E O CORAÇÃO.” Henri Cartier-Bresson

Henri Cartier-Bresson foi um dos maiores fotógrafos do século XX. Com olhar, mente e coração abertos para registrar as imagens ao redor do mundo, Cartier-Bresson revolucionou o universo da fotografia e do fotojornalismo por meio da construção de imagens de impacto, coberturas de guerra e retratos de pessoas famosas ou anônimas. Bresson é lembrado como o fotógrafo que pintava com a luz porque foi mediante seus enquadramentos precisos e a perfeita escolha do momento que suas fotos ficaram conhecidas.

Cartier-Bresson é inspiração para incontáveis fotógrafos e continuará vivo pois sua obra é imensa, irretocável e lindamente reproduzida no mundo inteiro.

Pesquise sobre este fotógrafo e aprenda com um dos grandes mestres da fotografia!

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“Grécia na Praça”

Réplicas de esculturas gregas do Museu do Louvre podem ser vistas pelo público de Belo Horizonte!

A Praça da Liberdade, em Belo Horizonte, recebeu réplicas de esculturas gregas do Museu do Louvre, na França, desde quinta-feira. Quatro obras podem ser vistas pelo público da capital mineira gratuitamente. A primeira delas é a Vênus de Milo, que representa a deusa grega do amor e beleza, Afrodite. A peça foi encontrada em 1820 perto das ruínas de um teatro grego na ilha de Milo.

A segunda delas é a Victoire de Samotrace. Essa estátua retrata a deusa da vitória Atena Niké. A escultura, na forma de uma mulher alada, foi encontrada na ilha de Samotrácia, em 1863. Especialistas a colocam como uma das peças de ornamento da entrada do santuário dedicado aos Cabírios, protetores dos navegantes.

A próxima peça, Discobole em Action, é atribuída ao escultor Miron de Elêuteras. Ela é datada de 450 a.C, na primeira fase do classicismo grego. A estátua representa um atleta lançando um disco.

A última peça exibida na praça é conhecida como Vênus Genitrix. Ela é atribuída ao escultor ateniense Calímaco e foi criada por volta de 450 a.C. A mulher está retratada com um dos seios descobertos por representar a mão universal.

A exposição foi batizada de “Grécia na Praça” e pode ser vista até o dia 15 e novembro. Na abertura, que ocorreu nesta quinta-feira às 19h, a cantora Sílvia Klein fez uma apresentação especial.

Mais informações no site:

http://globominas.globo.com/GMinas/0,23716,3399-p-533-306157,00.html

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Concurso Prêmio Baiano de Fotografia Goethe-Institut

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Primeira Edição do Concurso
Prêmio Baiano de Fotografia Goethe-Institut

Organizado pelo Goethe-Institut Salvador-Bahia

Tema: O Açúcar e a Gente
Prazo de envio: 19 de novembro de 2007

GI Salvador-Bahia
Telefone: (71) 3337-0120
email: progr@salvadorbahia.goethe.org

O Goethe-Institut Salvador-Bahia é um espaço de encontro e intercâmbio culturais. Dessa vez, o instituto pretende dar continuidade a esta missão através de um concurso de fotografia tanto para profissionais quanto para amadores.

Como tema principal da sua programação cultural para o ano 2008, o Goethe-Institut escolheu “A Rapadura e o Fusca – Cana, Sociedade, Ambiente”. Este projeto multimidiático dedica-se ao significado histórico do açúcar como impulso da migração forçada entre os continentes na época colonial, assim como à cultura e estrutura social da Bahia que resultaram deste processo. Além disso, pretende-se lançar uma visão crítica sobre a importância atual do açúcar como substituto renovável para as energias fósseis.

Para o projeto, estão previstos uma exposição de arte, um show e uma peça teatral e uma série de simpósios discursivos. Nesse contexto, o Prêmio Baiano de Fotografia Goethe-Institut pretende lançar luz sobre os diversos aspectos do açúcar no sentido mais abrangente, sem que haja limitações artísticas e temáticas.

Participe!

Mais informações no site: http://www.confoto.art.br/concurso_goethe.php

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