Boogie fala da carreira e de ensaio em São Paulo: “Era fotografia de guerrilha de certa forma”
Cidadão do mundo, o fotógrafo Boogie, nascido na Sérvia, é conhecido por seus registros de Skinheads nazistas, protestos, cenas do metrô, gangues, drogas e do universo em preto-e-branco de locais como Belgrado, Nova York, Caracas, Cuba, Istambul, Tóquio e Brasil. Ops! Brasil? Sim, suas lentes já captaram o lado tropical de policiais militares e das favelas.
Se você ainda não tinha ouvido falar dele, vale conferir essa entrevista concedida a Ignácio Aronovich e Louise Chin, do Lost Art, onde ele revela a maneira como se aproxima de personagens ligados ao crime e às drogas. “Eu não acho que você pode planejar projetos assim. Você ficaria surpreso quantas vezes pessoas me pediam para fotografá-las enquanto injetavam drogas ou exibiam suas armas”, diz. Relata ainda sua experiência em São Paulo. “A sensação dominante em São Paulo é de que algo ruim pode acontecer a qualquer momento. Caminhar era cansativo porque eu tinha que ficar esperto o tempo todo. Era fotografia de guerrilha de certa forma”, dispara.
Para ler a entrevista acesse:
http://www.lost.art.br/boogie_p.htm

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