Arquivo para a categoria 'Livros'

Lightroom – Guia oficial do usuário, gratuito

Recomendado e utilizado por grandes fotógrafos pelo mundo a fora, o Lightroom se tornou uma ferramenta essencial para suportar o trabalho de organização, seleção, edição e liberação do produto final.

A Adobe, empresa responsável pelo desenvolvimento deste fantástico aplicativo, disponibiliza gratuitamente um Guia Oficial do Usuário em PDF.

O download de uma versão TRIAL (de teste por um tempo limitado) pode ser encontrado no próprio site da Adobe

Clique neste link, ou na imagem abaixo, para fazer o download do arquivo PDF com o manual do usuário.

Adobe Photoshop Lightroom User Guide

Adobe Photoshop Lightroom User Guide

Fotógrafo eterniza em livro pássaros que habitam a capital

Pássaros da Liberdade, de Marcelo Prates.O desmatamento de áreas verdes na Região Metropolitana de Belo Horizonte e o plantio nas ruas de árvores (Ipês, Magnólia, Ficus, entre outras) que fornecem alimentos às aves contribuíram para a volta de um personagem muito querido à cena urbana: os pássaros. Interessado neste fenômeno, o escritor, jornalista e fotógrafo mineiro Marcelo Prates fixou suas lentes em semáforos, monumentos, muros, prédios e outros logradouros públicos em busca de espécies para ilustrar o livro, que será lançado no próximo dia 28 de setembro, segunda-feira, a partir das 20h, na galeria da Biblioteca Pública Luiz de Bessa (Pç. da Liberdade, 21 – Funcionários).

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Lightroom 2 – O retorno de Clício!

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Saiu o novo livro de Clício Barroso, Adobe Lightroom 2.

O livro, fartamente ilustrado, trata do fluxo digital da imagem desde sua captura até seu arquivamento, e explica passo-a-passo, com exemplos de trabalhos reais, as potencialidades do Adobe Photoshop Lightroom, um aplicativo simples, intuitivo, enxuto mas extremamente poderoso.
Apesar de seguir uma ordem de uso cronológica, importando, processando, imprimindo, exportando, também pode ser usado como referência, possibilitando tirar as dúvidas mais comuns consultando-se diretamente os capítulos correspondentes. Várias dicas acompanham cada capítulo, e alguns truques que podem acelerar seu trabalho estão por todo o livro.
O autor, Clicio Barroso Filho, é fotógrafo profissional desde 1972, com formação em Design de Multimídia e ministra cursos, palestras e workshops de tecnologia digital e fotografia avançada em várias instituições de ensino.

Clique aqui para ir ao site da Editora Photos e adquirir o livro online.

Gerenciamento de Cores com Alex Villegas

Não perca neste mês, dias 30 e 31, na Escola de Imagem, o curso de Gerenciamento de Cores com Alex Villegas.

imagem1Neste curso você vai explorar os segredos das cores no processamento e entendimento de suas imagens. Detalhes de procedimentos tanto na captura quanto na calibração de seu monitor irão garantir um qualidade final melhor em seu trabalho.

Alex Villegas é uma das maiores referências no tema no Brasil e lançará em Julho seu mais novo livro: O controle da cor, pela Editora Photos. Não perca esta oportunidade e para maiores informações ligue 31-3264-6262 ou envie e-mail para: contato@escoladeimagemcom.br.

Araquém Alcântara – A arte de fazer livros

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Convite – Livro Ilhabela da Princesa

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Cuba de Che – Izan Perttele no Café Travessa

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O fotógrafo brasileiro Izan Petterle e o jornalista holandês Frans Glissenaar se conheceram em trabalhos especiais, encomendados pela revista National Geographic. Cuba de Che – 50 anos depois da revolução, livro que será lançado amanhã, no Café da Travessa, é o primeiro projeto independente da dupla, que, pelas afinidades profissionais, decidiu rever trajeto percorrido por um dos principais ícones do socialismo durante processo revolucionário liderado também por Fidel e Raúl Castro, Camilo Cienfuegos e outros guerrilheiros. O diário de Ernesto Guevara foi, para eles, fonte essencial de informação e referência para os 3,9 mil quilômetros percorridos em quase dois meses de trabalho de campo.

Petterle conta que seu interesse pela ilha socialista surgiu recentemente, por influência de mestres como Cartier-Bresson. “Cuba é uma espécie de Meca para qualquer fotógrafo. Não sabia exatamente meu objetivo quando fiz a primeira viagem de reconhecimento”, lembra o fotógrafo, que passou 11 dias em Havana antes de iniciar peregrinação com Glissenaar. Conversas com o amigo jornalista, leitura da biografia Che Guevara: A vida em vermelho, de Jorge Castañeda, e o cinquentenário da revolução ajudaram na definição da abordagem. “Frans trabalha com jornalismo histórico, já passou pelo Camboja, Venezuela, Peru, Nicarágua. Em 2007, tivemos nossa primeira conversa. Ele leu o livro e topou a proposta”.

Do extremo oriente ao ocidente de Cuba, a dupla passou por lugares remotos, pouco visitados pelos turistas e sem infraestrutura para recepção dos estrangeiros. Para Izan Petterle, que não conhecia a região antes de iniciar a pesquisa, foi surpreendente encontrar regiões onde há carência de remédios e alimentos. “Achei a situação complicada, como se o país estivesse parado no tempo e numa situação difícil”, diz. Sem informações prévias sobre as condições da ilha antes da revolução e com referências na biografia e no diário de Che, Pasajes de la guerra revolucionária, ele observa que o foco era descobrir o que havia ocorrido com Cuba em meio século de socialismo. “Esse é o episódio político mais importante da história da América Latina. Lidamos com uma realidade que vai além do clichê do charuto e da música. Foi uma espécie de viagem no tempo”.

Durante as sessões, eles conheceram país farto de simbologias e hábil na transmissão de mensagens pelo que se vê. Mesmo em bairros e províncias distantes da capital, a dupla encontrou placas, cartazes e bandeiras com palavras de resistência defendendo ideais da revolução. O “dedinho de prosa” com cubanos, hospitaleiros e simpáticos, foi para o fotógrafo como transitar pelo interior do Brasil. Criado na fronteira com a Argentina, e sem problemas para compreender o espanhol, ele se sentiu “vizinho” do protagonista. “Percorremos Cuba pelos olhos de Che”.

Carga de desilusão

As 76 imagens selecionadas para o livro foram extraídas de material bruto com mais de 7,5 mil fotos. Os melhores resultados da mistura entre valores estéticos e conteúdo estão reunidos na publicação. Para Petterle, a definição mais próxima do que eles desejaram é o conceito de fotografia documental com liberdade poética. “É como na literatura, que embora trabalhe a partir da mesma matéria-prima do jornalismo, que é a palavra, oferece mais liberdade”. Depois de dois meses registrando lugares e situações em Cuba, eles passaram outros três dedicados ao processo de edição. A escolha pelo preto-e-branco veio das sensações depois da pesquisa. O registro seria em cores, inicialmente, mas o fotógrafo confessa descontentamento com as descobertas. “Comecei a achar Cuba excessivamente colorida para um país com tantos problemas. Não condenamos o regime nem glorificamos o capitalismo, mas a realidade é triste. O livro tem uma carga de desilusão”.

Colaborador da National Geographic Brasil desde o lançamento da revista no país, em 2000, Izan Petterle tem atuação destacada, com três primeiros lugares do prêmio Abril de jornalismo, na categoria reportagem fotográfica (2000, 2001 e 2007). Para ele, fundamental é a busca em cada trabalho da reinvenção do que vem experimentando esteticamente desde o início de sua trajetória. “Busco a possibilidade de fazer diferente”, diz. Ele lembra que, nesse sentido, a democratização do acesso às novas tecnologias tem permitido cada vez mais experimentação. O número ilimitado de imagens também pode representar mais sofisticação no resultado final. “Antes, havia a desculpa de que os norte-americanos eram melhores porque tinham mais filme para trabalhar. Agora, isso acabou”, brinca. E reconhece que, com condições de trabalho mais uniformes, as exigências pelo critério plástico são cada vez maiores.

Izan também comemora maior aproximação das mulheres com o gênero. Nos workshops que ministra pelo país, ele constata aumento da participação feminina. Segundo o professor, cerca de 70% das vagas são ocupadas por elas. “Elas são as guardiãs das memórias da família. Registram batizados, aniversários, passeios, acontecimentos importantes. Com a máquina digital, elas assumem a missão de fazer isso em sociedade”.

CUBA DE CHE – 50 ANOS DEPOIS DA REVOLUÇÃO
De Izan Petterle e Frans Glissenaar
Editora Carlini Caniato, 144 páginas, R$ 89. Lançamento no Café da Travessa, Av. Getúlio Vargas, 1.405, Savassi, (31) 3223-8092. Amanhã, 19h.

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Promoção – Livros Editora Photos e DVD Grátis

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Do desespero a dignidade

Fonte: portal Uol Photos

Fotógrafo mineiro registra pelo mundo a luta das mulheres por justiça e igualdade
Após dois anos dedicados a viagens pelo mundo, assistindo e fotografando a cultura de diversos países, como África do Sul e Quênia, além do Brasil, o fotógrafo mineiro Érico Hiller expõe, no Sesc Vila Mariana, em São Paulo, a mostra fotográfica Do desespero à dignidade – histórias de esperança na jornada da mulher por justiça e igualdade.

Trata-se de um trabalho no qual o fotógrafo expõe seu ponto de vista sobre o sofrimento das mulheres em torno do mundo. “Quando passei a abrir meus olhos para esta tragédia sem precedentes que está em curso, iniciei uma grande pesquisa tentando fazer uma espécie de inventário dos flagelos do gênero feminino pelo mundo. Ouvi histórias de pessoas que sofreram, apanharam, foram humilhadas, excluídas, torturadas, mutiladas e mortas. Tudo isso unicamente por serem mulheres. São vidas que se foram. Mulheres que poderiam estar amando, criando, trabalhando, construindo seus projetos, suas carreiras e suas famílias”, constata Hiller.

Além disso, o fotógrafo mostra, por meio de seu trabalho, composto por 32 fotos em preto-e-branco, o esforço e as ações de homens e mulheres que procuram trazer um pouco mais de justiça e esperança com seus gestos e projetos inspiradores, em meio a tanto caos.

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SERVIÇO
Do desespero à dignidade – Histórias de esperança

na jornada da mulher por justiça e igualdade (Érico Hiller)
Onde: Sesc Vila Mariana
End.: Rua Pelotas, 141
Período: até 06/04
Visitação: de terça a sexta, das 7h às 21h30;
sábados, domingos e feriados, das 10h às 18h30
Entrada franca